Estilo & Cultura
Conheça a verdadeira casa de Chris Rock, da série “Todo Mundo Odeia o Chris”

Foto: Pinterest/Reprodução
Ao lado de Chaves, talvez a série Todo Mundo Odeia o Chris seja a mais querida entre o público brasileiro. Não à toa diversos canais continuam a transmiti-la. O que nem todo mundo sabe é que os episódios foram todos gravados em um estúdio de Hollywood e não em Nova York, onde a personagem vivia.
A série é inspirada na história do próprio autor da série, Chris Rock, e a casa em que ele viveu quando era jovem ainda existe em Nova York. E foi exatamente para lá que o jornalista Seth Kugel, do canal do YouTube Amigo Gringo, foi.
No vídeo, ele faz um tour pelo bairro em que Chris cresceu, o Bedford-Stuyvesant, no centro do Brooklyn, em Nova York. A fachada da casa está intacta e o jornalista conseguiu até entrevistar os atuais donos da residência.
Phillip Rayford, atual dono da casa, disse que ele e sua esposa compraram a residência da família Rock há 25 anos. “Acho que melhorou. Anos atrás tinha muitas drogas no bairro, isso não existe mais hoje”, disse ele, em relação a violência retratada na série. O casal que mora na casa atualmente ainda conta que conhece a família Rock, e que eles são “muito legais”.
Além disso, o jornalista ainda visita o atual comércio que fica no lugar da loja do Doc, retratada na série, e conversa com um amigo de infância de Chris – e não, não era o Greg.
*Com Estadão Conteúdo.
BAB: a nova vitrine da arquitetura brasileira
Curiosidade sobre a casa de Chris Rock? Veja aqui! Conheça a Bienal de Arquitetura Brasileira — BAB — ela surge como um marco no cenário nacional, com o ambicioso objetivo de tornar a arquitetura mais acessível e próxima à vida cotidiana. Organizado pela Archa, o evento vai ocupar o Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre março e abril de 2026, oferecendo ao público uma experiência plural com casas modelo, pavilhões temáticos, instalações interativas, oficinas e espaços sensoriais.
Mais do que uma mostra de projetos, a BAB propõe um diálogo com a diversidade cultural, social e geográfica do Brasil — reunindo expressões arquitetônicas de todos os estados, por meio de um concurso nacional que selecionará residências de cerca de 100 m² para representar cada unidade federativa. Nesse sentido, a Bienal reafirma seu propósito de valorizar a produção local, democratizar o acesso à arquitetura e mostrar como o desenho dos espaços é parte fundamental da vida em sociedade.