Tecido que vira arte com o origami

Por Gilmar Longato

A arte japonesa é secular, mas os seus “desdobramentos” com outros materiais são novidade para muita gente.

“Porta-guardanapos, móbiles, carteiras, arranjos inovadores para mesas, árvores de Natal e buquê de flores são apenas algumas possibilidades”, conta a designer Paula Izuka, precursora da técnica em Curitiba e professora de origami. O princípio é o mesmo da arte em papel: a criação de produtos por meio de dobraduras geométricas, sem cortes. A principal diferença é que o tecido demanda cola e termolina para firmar a peça. “Depois de comprar os materiais, é só escolher uma estampa bem original e partir para criação”, exalta Paula.

Técnica zen

Para a farmacêutica Clara Kioshima, a prática também funciona como válvula anti-estresse. “É um exercício que exige muita calma e concentração, para medir e dobrar no lugar certo”, ressalta. Clara já confeccionou porta lenços, marca páginas e diversas caixas decorativas. “Relaxo e, ao mesmo tempo, crio presentes superoriginais para toda a família”.

Serviço:

Curso de origami em tecido de Paula Izuka. Aos sábados, das 14h às 15h, no ateliê da artista plástica Nelci Shin-Ike. Av. República Argentina, 2150, sala 24, Portão, fone (41) 8859-8739. Preço sob consulta.

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