Novo empreendimento perto do Parque Barigui tem conceito de residência suspensa e apelo sustentável

Luciane Belin*
08/12/2018 17:56
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Fotos: Divulgação

Ser vizinho do Parque Barigui, uma das maiores áreas verdes de Curitiba, foi um dos aspectos que inspiraram o projeto do Mai Terraces, novo empreendimento da Construtora e Incorporadora Laguna localizado no número 99 da Rua Luisa Dariva.
O residencial possui duas torres de 24 pavimentos cada com um total de 38 unidades distribuídas entre ambas, uma por andar, e evoca o terraço como elemento arquitetônico chave. Na Torre A, estarão uma cobertura duplex – 404 m² privativos, com cinco vagas -, quatro apartamentos duplex, com 533 a 590 m² privativos, com quatro ou cinco vagas, e 14 unidades com áreas entre 300 e 356 m² privativos, com quatro vagas.
Na Torre B, por sua vez, a cobertura duplex terá 334 m² privativos (com quatro vagas de garagem). Nela também serão contemplados quatro apartamentos duplex, com metragens entre 420 e 431 m² privativos (com quatro vagas), e 14 unidades tipo padrão, com áreas entre 245 e 258 m² privativos, com três ou quatro vagas de garagem.
O diálogo com a natureza não está apenas na localização, já que o empreendimento também foi projetado para otimizar recursos naturais e aplicar conceitos de sustentabilidade desde o início do processo construtivo. Placas fotovoltaicas irão gerar 30% da energia consumida pela área comum do Mai Terraces e cuidados serão tomados durante a implantação e canteiro de obras, como por exemplo o uso racional da água desde o início do processo.
Graças a essas medidas, o Mai Terraces está pleiteando a obtenção da certificação GBC Condomínio Platinum, do Green Building Council, um selo adequado a empreendimentos residenciais ainda inédito entre as construções do tipo no Brasil.
De acordo com André Marin, diretor de incorporação da Laguna, o selo classifica edificações com pontuações entre 48 e 111, de acordo com os recursos e ações de sustentabilidade aplicados. O objetivo do Mai Terraces é alcançar a pontuação 82, para obter o selo Platinum. “O desempenho energético do edifício, assim como o consumo de água, a geração e destinação de resíduos e a utilização de materiais regionais e recicláveis estão entre as nossas maiores preocupações”, detalha Marin.
De acordo com ele, a possibilidade de obter a certificação veio após a evolução de alguns procedimentos construtivos a partir de outros projetos da Laguna. “Preocupados com o conforto dos clientes, fizemos um estudo de simulação energética para entender como cada ambiente se comporta e dimensionar vidros e esquadrias”.
Para atender à demanda crescente por veículos elétricos, o condomínio irá oferecer ainda 38 tomadas para carros do tipo, uma por residência suspensa, e uma tomada de uso comum do condomínio com carregador. Bicicletas elétricas também terão tomada exclusiva no residencial.
Entre os atributos das áreas comuns integradas estão a passarela coberta, com lounges externos e espelhos d’água, praça de esportes (quadra esportiva, espaço para treinamento funcional e playground lúdico), academia, piscinas coberta e descoberta (aquecidas), brinquedoteca com terraço, bicicletário com oficina e box para lavagem, salão de jogos, salão gourmet com churrasqueira à carvão e forno de pizza e salão de festas para até 51 pessoas.
Assinado pela Baggio & Schiavon Arquitetura, o prédio tem design de interiores da arquiteta paulistana Fernanda Marques, luminotécnica do Studio IX e paisagismo da EKF Arquitetura de Exteriores.
O edifício tem registro de incorporação nº 1-108.485 e as unidades estão à venda por valores que partem de R$ 2,6 milhões.

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*Especial para Haus.

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