Designers norte-americanos criam móveis com o conceito de arte-funcionalidade
Primeiro foi Sebastian Errazuriz. Agora, Ian Stell. Os designers norte-americanos criaram móveis que unem arte, engenharia e funcionalidade. Verdadeiras esculturas, as peças de mobiliário ainda permitem a interação com as pessoas.
Durante a New York Design Week 2016, que está sendo realizada até o dia 17, a galeria Patrick Parrish apresentou a coleção de peças modificáveis de Ian Stell. Com inspiração no pantógrafo, um instrumento destinado a copiar mecanicamente desenhos, ele criou mesas, cadeiras, assentos e espelhos usando o sistema de hastes articuladas.
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Acabou o problema com o espaço. Segundo a ideia de Ian Steel, os objetos – como o móvel Sinan — se retraem e expandem formando inúmeras configurações. E isso quem define é o usuário, caso necessite de uma peça menor ou maior.

O Big Pivot segue o mesmo conceito. Suas pernas podem ser viradas para o lado que o usuário quiser.

O Austrian Loop pode ser “aumentado” diagonalmente, ficando com os assentos quadrados ou praticamente triangulares.

Sebastian Errazuriz criou o Wave Cabinet no ano passado com a mesma ideia de interação com o usuário. Formada por ripas de madeira conectadas, elas podem ser roladas para cima e para baixo, como uma onda.
* Especial para a Gazeta do Povo