Como é bom imprimirmos nossa personalidade à casa. Mas, muitas vezes, não é nada fácil saber por onde começar. E se, realmente, você anda indeciso em qual estilo adotar, talvez a melhor solução seja fugir dos modismos e permitir-se ousar. Que tal usar muitas estampas? Garimpar móveis de épocas diferentes? Cobrir as paredes de cada cômodo com cores variadas? Sim, temos de estar abertos ao novo. E repita sempre o mantra: decoração é movimento!
Existem, no entanto, algumas dicas infalíveis. Munido de caneta e papel, enumere as cores favoritas, os estilos de móveis que mais agradam e até as vivências importantes (viagens inesquecíveis e momentos marcantes, por exemplo). Nem tudo precisa estar relacionado diretamente com decoração. Aliás, é bom que não esteja mesmo.
Depois de escrito, releia e veja que quase tudo pode ser traduzido para dentro da casa. Um quarto, por exemplo, não tem necessariamente de funcionar como tal. Ou seja, faça dos ambientes fontes de inspiração para suas atividades favoritas. Leitura. Artesanato. Tocar um instrumento. Orar. Refletir.
As vivências importantes, por outro lado, poderão ser inspiração para a escolha de objetos que representem experiências concretizadas e fases vividas. Fotografias são essenciais. Mude-as de tempos em tempos, mergulhe no seu passado de vez em quando. E importante: não tenha pressa para decorar sua casa. Respeite os períodos de dúvida, encare os ambientes vazios e paredes em branco com paciência e bom humor. Afinal, você precisa deixar um espacinho da casa para todas as ideias que estamos apresentando nesta edição, que, como você irá constatar nas próximas páginas, está recheada de propostas para deixar o seu lar com ainda mais personalidade.
Boa leitura!