Pelos corredores, um passeio pela biodiversidade brasileira e novas ideias que aliam o desenho à uma forma mais ecológica de produção.“Fizemos uma seleção apurada que levou em conta a excelência do design, a inovação e a sustentabilidade. Na hora em que os visitantes veem os exemplos, percebem que o design sustentável não está distante, e saem daqui com a cabeça diferente de quando entraram”, afirma Adélia Borges, curadora do evento.
Organizada pelo Centro de Design do Paraná e pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), a Bienal foi dividida em 12 núcleos. Destacamos produtos de dois deles:
Menos
Apresenta produtos duráveis, marcados pela redução de matéria-prima, de processos ou da energia gasta em sua produção, como os calçados infantis Ciao Miao, de São Paulo. Enquanto o par permanece, os acessórios, devidamente dispostos em um estojo elaborado em feltro, 100% PET, permitem a customização.
A que será que se destina
O que não serve pra uma coisa, pode servir para outra. Este núcleo se concentra na transformação do que era considerado lixo. As sacolas plásticas que, juntas formaram uma poltrona, são um exemplo. A peça tem estrutura de puçá (tipo de peneira metálica usada para pegar peixes) e é coberta de sacolas plásticas vindas de cooperativas de coleta de lixo.
Saiba mais no www.bienalbrasileiradedesign.com.br.
