Decoração

Leilão é oportunidade para renovar a decoração com obras de arte

HAUS
06/10/2016 20:49
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Tela de 1930 do pintor modernista Di Cavalcanti, encontrada na Galeria Simões de Assis. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo | Gazeta do Povo

Há qualquer coisa de fascinante em um quadro que pode simultaneamente contar uma história e dar vida ao ambiente. Afinal, obras de arte têm o poder de aguçar os sentidos de quem as observa. Imagine então poder conviver diariamente com algumas delas em casa.
Quadros e esculturas, antes reservadas a museus, galerias ou à casa de poucos privilegiados, passam a ter mais espaço nas residências, mostrando que a arte se democratizou e está acessível a uma parcela maior da população. Não se trata de escolher somente pinturas de artistas consagrados, há muitas alternativas no mundo da arte, como gravuras, fotografias, ilustrações e reproduções digitais – que podem ter até preço mais acessível.
Por onde começar a busca pelas obras? Visitar galerias, ir a vernissages e conversar com marchands ou colecionadores é um caminho, e há lojas de decoração que comercializam quadros e esculturas, o importante é se informar bem antes da aquisição e entender a peça como um investimento. Outra opção para criar, aumentar ou renovar sua coleção de obras de arte é através de leilões.
Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, encontrada na Galeria Simões de Assis.
Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, encontrada na Galeria Simões de Assis.
A prática comercial, que existe há milhares de anos, serve tanto para quem quer vender quanto para quem quer comprar, e ainda há um elemento de exclusividade: a possibilidade de arrematar obras que não se encontram em galerias de arte. “Verdadeiros meetings, os leilões são ainda eventos de conectividade que unem pessoas de diferentes perfis sociais, econômicos e faixas etárias em torno da arte”, segundo Guilherme Simões de Assis, sócio da SIM Galeria. Além disso, os leilões podem surgir por uma causa nobre, como arrecadação de fundos.
Para os interessados e colecionadores, existe uma oportunidade única chegando: a casa de leilões Mazo, com apoio institucional das galerias Simões de Assis e SIM Galeria, está captando obras de arte para seu primeiro leilão, com parte da renda revertida para o setor de oncologia do Hospital Pequeno Príncipe.
Se você tem obras de artistas como Alfredo Andersen, Juarez Machado, Beatriz Milhares ou outros grandes nomes da arte contemporânea nacional ou paranaense, e quiser vender uma delas, é possível enviá-la para avaliação e possível inclusão no leilão: entre no site da Mazo Leilões ou ligue para o telefone (41) 3222–9879. O evento acontecerá em novembro e o pagamento das obras se dará em até 20 dias.

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