Decoração
Eike Batista deixa prisão e volta para casa, uma mansão de R$ 20 milhões. Veja fotos

Eike Batista ficará em prisão domiciliar na sua mansão.
Eike Batista saiu da prisão por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), neste domingo (30), e ficará em prisão domiciliar. Mas não é qualquer mansão. Conhecido pelo exibicionismo, ela tem carros de luxo (Porsches, Lamborghinis e Ferraris) e peças de decoração dentro de casa avaliada em R$ 20 milhões.
Quando foi preso, em janeiro, Haus mostrou como é a mansão. As imagens retratam Eike na fase em que ostentava o posto de empresário bem sucedido.

O exibicionismo dá o tom da decoração da casa do empresário no bairro Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro.


Arquitetonicamente, a casa não tem nada de especial. Porém, a mansão está cercada pela vegetação nativa e goza de ótima localização, com vista privilegiada para o Cristo Redentor.
Apesar da extravagância de trazer os carros para dentro de casa, o restante do interior do casarão é bem comedido. Alguns dos carros chegam a valer mais de R$ 2 milhões.

O estilo principal da casa recai sobre o clássico, com diversas peças nudes, douradas e ornamentadas.
Mármores e granitos exóticos revestem o espaço com móveis soltos, que conversam até com a linha mais contemporânea.
BAB: a nova vitrine da arquitetura brasileira
Quer saber mais sobre arquitetura? Conheça a Bienal de Arquitetura Brasileira — BAB — ela surge como um marco no cenário nacional, com o ambicioso objetivo de tornar a arquitetura mais acessível e próxima à vida cotidiana. Organizado pela Archa, o evento vai ocupar o Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre março e abril de 2026, oferecendo ao público uma experiência plural com casas modelo, pavilhões temáticos, instalações interativas, oficinas e espaços sensoriais.
Mais do que uma mostra de projetos, a BAB propõe um diálogo com a diversidade cultural, social e geográfica do Brasil — reunindo expressões arquitetônicas de todos os estados, por meio de um concurso nacional que selecionará residências de cerca de 100 m² para representar cada unidade federativa. Nesse sentido, a Bienal reafirma seu propósito de valorizar a produção local, democratizar o acesso à arquitetura e mostrar como o desenho dos espaços é parte fundamental da vida em sociedade.