Travertino e limestone

Por Gilmar Longato
As pedras carrara gioia e nero marquina, disponíveis na NPK mármores, foram usadas no living projetado pela arquiteta Rosa Dalledone. O espaço ganha movimento com o desenho recortado no piso
As pedras carrara gioia e nero marquina, disponíveis na NPK mármores, foram usadas no living projetado pela arquiteta Rosa Dalledone. O espaço ganha movimento com o desenho recortado no piso

“O travertino romano é um dos mais requisitados entre os arquitetos”, afirma Marinéia, da Stone Gallery. A pedra, por vezes confundida com mármore, pertence à família dos calcários. O travertino tem perfurações naturais na placa que dão um ar rústico à peça. “É possível estucar a superfície, preenchendo com resina as imperfeições. Porém, a característica rústica se perde com a nova aparência polida”, explica.

Nessa categoria estão também os limestones nacional e importado. “É uma pedra de calcita, altamente porosa e pede bastante atenção para a aplicação. O local tem de ser totalmente livre de umidade. É preciso impermeabilizar com bastante atenção”, comenta o arquiteto da NPK Mármores e Granitos, Leandro Rosa. O preço do travertino e do limestone se assemelha ao do mármore. No entanto, há exemplares importados do Oriente, como as Pedras de Jerusalém, que têm valor superior. “Quem adquire esse tipo de produto sabe que está levando parte da história para casa”, diz o diretor da Alicante, que importa as pedras, José Roberto Codato.

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