Arquitetura
Palácio na Suécia é habitado pela família real e fantasmas

Local é utilizado pelo rei e rainha da Suécia como residência permanente (Fotos: Pixabay)
Um dos principais pontos turísticos da Suécia e residência oficial da família real sueca, o Palácio Drottningholm, parece que vem sendo habitado por seres não tão nobres assim. De acordo com a Rainha Silvia da Suécia, brasileira casada com o Rei Carl XVI Gustaf, há fantasmas no palácio.
O comentário da rainha foi feito para um documentário sobre o Palácio, que será veiculado publicamente pela tevê estatal do país. A Rainha Silvia acredita que os fantasmas são amigáveis, e que, embora seja algo emocionante, a companhia dá medo. A notícia foi confirmada pela irmã do rei, a Princesa Christina, que descreveu a casa real como um lugar com “bastante energia”.

O Palácio Drottningholm foi construído no final do século 16, e serviu de residência oficial para a família real da Suécia até o século 18. Localizado na ilha de Lovön, nas proximidades da capital Estocolmo, a construção é aberta durante todo o ano para visitação, sendo uma das atrações turísticas mais procuradas do país.

Rico em detalhes, o Palácio é um dos patrimônios mundiais da UNESCO, principalmente pelo teatro (construído em 1766) e pelo pavilhão chinês, erguido entre 1763-1769. A residência foi projetada pelo arquiteto barroco Nicodemus Tessin, o Jovem. O conde sueco concluiu o trabalho iniciado pelo pai, que morreu durante a construção do castelo. As linhas de Drottningholm são inspiradas no Palácio de Versalhes, na França – por onde Tessin passou durante as viagens que fez pela Europa.
Além do Pavilhão Chinês e do teatro, as instalações do Palácio contam com uma igreja e dois grandes jardins – um em estilo inglês e outro no estilo barroco.