Obras de Paulo Mendes da Rocha são tombadas como patrimônio pela Prefeitura de São Paulo

Por Gilmar Longato
Casa Mario Masetti. Foto: Flickr
Casa Mario Masetti. Foto: Flickr

O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) publicou na última terça-feira (26) uma resolução que homologa o tombamento de seis obras do arquiteto Paulo Mendes da Rocha como patrimônio histórico municipal de São Paulo.

Os seis imóveis inclusos na resolução foram a Casa Paulo Mendes da Rocha, no Butantã, a Casa Mario Masetti, no Pacaembu, a Casa James Francis King, na Chácara Flora, a Escola Estadual Presidente Roosevelt, na Liberdade, e o Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, no Jardim Europa.

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Casa Butantã. Foto: Flickr
Casa Butantã. Foto: Flickr

A resolução justifica o tombamento pela “importância do conjunto da contribuição arquitetônica paulista e paulistana à história da Arquitetura Moderna Brasileira” e pelo papel do próprio arquiteto, “tanto no âmbito de sua produção arquitetônica como no ensino da arquitetura, e, ainda, na qualidade do conjunto do trabalho que vem realizando nos últimos 64 anos”. A iniciativa, segundo o Conpresp, é uma forma de salvaguardar as obras como bens culturais da cidade.

Museu Brasileiro da Escultura - MUBE Foto: Paulisson Miura/ Flickr
Museu Brasileiro da Escultura - MUBE Foto: Paulisson Miura/ Flickr

Além das seis construções assinadas por Paulo Mendes da Rocha, a homologação das obras como patrimônio incluiu também um imóvel assinado pelo também modernista Gregori Warchavchik e outras 32 edificações, das quais apenas uma não é modernista.

O processo de tombamento foi iniciado ainda no início de 2018, e agora a Prefeitura de São Paulo fez a homologação oficial.

*Especial para Gazeta do Povo

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